O ponto de partida.
Lançado em 2016 pela Oxenti Records, este é o livro de estreia de Jean Albuquerque uma obra que já apresenta, com força, a identidade que atravessa toda sua produção: escrita intensa, emocional e profundamente conectada ao cotidiano urbano.
Aqui, o texto funciona como acúmulo. Como memória que pesa, desloca e insiste em permanecer.
A obra gira em torno de afetos, rupturas e lembranças que não se organizam com facilidade. O título já sintetiza a experiência: um peito cheio, quase em transbordo, carregando tudo aquilo que não foi embora.
Entre os temas que atravessam o livro:
Existe uma sensação constante de excesso — como se cada texto fosse uma tentativa de reorganizar um caos interno que nunca se resolve por completo.
A linguagem de Jean Albuquerque aparece aqui de forma crua e acessível, sem filtros desnecessários.
É um livro que se aproxima da lógica DIY — como um zine expandido, onde o importante não é a forma perfeita, mas a urgência de dizer.
Mais do que um livro de estreia, essa obra marca o início da relação entre o autor e a Oxenti Records, consolidando uma ponte entre literatura e cultura underground.
Aqui nasce uma escrita que depois se expande em trabalhos como “Os deuses estão empregados de uísque falsificado”, ampliando o olhar crítico sem abandonar a base emocional.
Este livro representa o início de uma trajetória que conecta literatura, música e cultura independente. Um ponto de partida que já carrega intensidade, identidade e tudo aquilo que viria a se expandir nos trabalhos seguintes.
Um livro sobre memória, excesso e tudo aquilo que a gente não consegue deixar pra trás.
A Oxenti Records Store nasceu pra espalhar tudo que produzimos: música, merch, livros e revolta. Aqui é o ponto de encontro pra quem ainda acredita.
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